Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Ser corretor autônomo ou se filiar a uma construtora?

Ser corretor autônomo ou se filiar a uma construtora?

A corretagem no mercado imobiliário é uma atividade dinâmica e promissora para os profissionais que desejam construir uma carreira de sucesso. Trata-se de um ofício que pode ser bastante flexível e rentável.

Diante desse cenário, esse profissional pode optar por seguir dois caminhos tradicionais: atuar como corretor autônomo ou se filiar a uma imobiliária. Cada uma dessas realidades apresenta características próprias, bem como vantagens e desvantagens.

Quer saber qual delas é a mais vantajosa? Tem interesse no assunto, ou está pensando em começar a atuar nesse ramo?

Este artigo vai justamente trazer um comparativo com as principais características e benefícios das modalidades de corretor independente e corretor filiado a uma construtora.

Acompanhe a leitura e você vai ter um panorama sobre a carreira que poderá influenciar a sua decisão!

O trabalho do corretor de imóveis

O trabalho do corretor de imóveis

O corretor é o perito que se ocupa com a intermediação de transações que envolvem a compra, venda, locação e permuta, tanto de imóveis comerciais quanto residenciais.

Um profissional independente ou vinculado

Um profissional independente ou vinculado

Esse agenciador de transações imobiliárias pode atuar de duas formas: totalmente independente ou então assinar um contrato de corretor autônomo com uma imobiliária, sem que isso configure um vínculo empregatício.

Na verdade, mesmo associado a uma imobiliária, ele continua sendo um trabalhador liberal que necessita estar inscrito e devidamente registrado perante o conselho profissional da área.

Portanto, nas duas modalidades esse profissional precisa ter a formação exigida para que possa se registrar e ser autorizado a atuar no mercado pelo CRECI — Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

A formação mínima exigida para o exercício da profissão é a de nível técnico em Transação Imobiliária e o diploma de curso tecnólogo em Gestão Imobiliária. Mas ter uma capacitação de nível superior — bacharel em Ciências Imobiliárias, pode contribuir muito para seu sucesso no mercado, habilitando-o a desempenhar outras funções como especialista.

Confira, agora, alguns exemplos de atuação de um corretor:

  • operacionalizar a compra, venda ou locação de imóveis novos ou usados;
  • trabalhar em imobiliárias em setores administrativos ou como corretor independente;
  • efetuar a captação de novos negócios e propor novos empreendimentos;
  • prestar serviços de avaliador de propriedades;
  • atuar como correspondente imobiliário da Caixa Econômica Federal.

Em qualquer das funções ou formas de atuação, ele tem a obrigação de obedecer às normas estipuladas pelo Conselho de Ética dos Corretores. Portanto, fica a critério do profissional a opção de se vincular ou não a alguma imobiliária, e essa escolha vai depender unicamente de sua avaliação criteriosa e pessoal sobre vantagens e desvantagens.

De fato, ambas as opções são promissoras e podem trazer bons retornos financeiros. Na verdade, a experiência do corretor, a qualidade dos imóveis negociados e o número de contratos fechados são os principais fatores que vão definir sua a remuneração.

Elementos que devem ser analisados antes da escolha

Elementos que devem ser analisados antes da escolha

Antes de tomar a decisão sobre qual caminho seguir, confira os principais fatores que devem ser analisados.

Liberdade de atuação

O corretor vinculado a uma imobiliária trabalha com os imóveis que foram previamente estipulados, podendo atuar em uma ou em várias regiões. Já o autônomo não precisa atuar somente em um ponto fixo.

Na verdade, ele tem a liberdade de exercer a função em vários locais, investindo em todos os imóveis que captar e empreendimentos que idealizar. Essa característica é um dos pontos mais positivos pois ter seu próprio CNPJ acaba transmitindo mais seriedade, confiança e segurança para o cliente.

Entretanto, o corretor que atuar como autônomo e trabalhar de home office, está desobrigado de abrir uma empresa e, dependendo dos seus rendimentos, poderá aderir ao Simples Nacional. Além disso, ele pode também exercer suas atividades como profissional liberal desde que faça o recolhimento de INSS e de Imposto de Renda.

Rotina de trabalho

Em regra, o corretor vinculado precisa executar as tarefas estipuladas e cumprir as metas que forem previamente definidas pela imobiliária. Trata-se de uma verdadeira relação de subordinação. Ele terá que se encarregar da entrega dos relatórios solicitados, clientes para atender, conhecer os imóveis e agendar visitas, organizar a documentação, entre outras funções mas nos horários e formatos definidos por outras pessoas.

Por outro lado, o corretor independente certamente terá que desempenhar as mesmas funções, contudo, sua rotina será mais flexível e não precisará enfrentar excesso de cobranças e a pressão de chefes. Na verdade, ele próprio será o responsável por organizar as atividades e compromissos diários. Diante desse cenário, a disciplina e a autocrítica ganham papéis fundamentais para a rotina desse profissional.

Captação de clientes

O corretor autônomo precisa lidar com grandes desafios no que se refere à captação de clientes, especialmente por se tratar de um mercado tão competitivo quanto o setor imobiliário. Por isso, além de estabelecer um bom network, ele precisará se aperfeiçoar continuamente para usar estratégias eficientes de captação e fidelização de consumidores. Por sua vez, o corretor filiado não terá todo esse trabalho já que os clientes estarão conectados com a imobiliária, em si.

Remuneração

As comissões dos independentes costumam ser de percentuais maiores, do que dos vinculados. Como serão responsáveis por efetuar toda a negociação, da captação do cliente até o final da transação, os custos operacionais e as taxas de corretagem são devidas exclusivamente para esse profissional. Logo, ele receberá o valor integral referente à porcentagem negociada, ou seja, poderá garantir 100% da comissão.

Isso não acontece com o corretor vinculado. Na verdade, esse é um dos grandes pontos negativos da vinculação a uma corretora — a divisão da comissão não é um tão interessante. Nesse sentido, a porcentagem da quantia que o corretor terá direito a receber poderá variar bastante, conforme as características do negócio mas, certamente jamais será o valor integral nem a maior parte dele.

Confira o valor da remuneração, levando em consideração a tabela de valores do CRECI:

  • empreendimentos: 4% a 6%;
  • imóveis urbanos: 6 a 8%;
  • imóveis rurais: 6 a 10%;
  • imóveis industriais: 6 a 8%;
  • imóveis judiciais: 5%.

Ainda é interessante mencionar que, na hipótese do corretor autônomo, quem contratou os seus serviços será o responsável por efetuar o pagamento da comissão — ou seja, o comprador ou vendedor do imóvel, a imobiliária ou outro intermediário.

Entendeu as vantagens e desvantagens de cada forma de corretagem possível? Agora você já pode escolher se prefere seguir a carreira como corretor autônomo ou vinculado a uma imobiliária! Apenas saiba que, independente do padrão escolhido, entenda que é necessário investir no crescimento pessoal, ter uma boa postura, motivação e estar disposto a dar o melhor de si para todos os clientes.

O assunto ficou claro? Precisa dos serviços de um corretor? Entre em contato com a MRV Bom Corretor!

Receba tudo no seu email! Prometemos não enviar spam!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *