Previsões: como estará o mercado imobiliário para 2017?

Previsões: como estará o mercado imobiliário para 2017?

O ano de 2016 não foi lá muito fácil para os brasileiros. Uma recessão econômica, marcada pelo aumento da inflação e das taxas de desemprego fez com que empresas, famílias e até o mercado imobiliário passassem por muitas instabilidades.

Porém, mesmo em tempos de crise, o ano foi razoavelmente bom para quem quis investir nessa área. Agora, com os preços dos imóveis caindo e o início da recuperação da economia, 2017 pode ser ainda melhor.

A tendência é que essa retração econômica termine com o tempo para dar origem a um novo ciclo, incentivando o aumento desse setor. Confira agora as principais tendências do mercado imobiliário para 2017!

Empregabilidade

Com tantas pessoas demitidas e sem comprovação de renda, o mercado em geral ficou desaquecido, refletindo essa realidade em uma queda do PIB.

Essa situação pretende melhorar a partir do segundo semestre desse ano, de acordo com projeções de economistas. Embora o estado seja mais de estabilização do que de recuperação, o número de contratações deve superar o de demissões.

Com isso, muitas pessoas ganharão maior poder aquisitivo, o que implica em perspectivas otimistas para o mercado em geral, não apenas o imobiliário.

PIB

Um fator importante para a recuperação do mercado se reflete no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que se trata da soma de bens feitos e serviços prestados em todo o território nacional.

Depois do recuo de 3,8% que aconteceu em 2015, seguido de mais uma retração acima de 3% em 2016, a tendência da economia é de que o PIB volte a crescer, favorecendo o mercado e a indústria imobiliária.

Juros

Quando alta, a taxa de juros onera o crédito e dificulta o uso de quem precisa dele. Em 2016, essa taxa básica (conhecida como Selic) se encontrava em 13,75% ao ano, mas a tendência da economia é de que ela caia para aproximadamente 11% até o final de 2017.

Com o crédito liberado, o consumo familiar e a injeção de capital nas empresas aumenta, o que é primordial para a estabilização econômica do país.

Os corretores podem esperar por mais vendas, já que esses profissionais sabem que o crédito disponível é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil.

Preços

Se antes o consumidor visava a adiar a formação de novas dívidas e os bancos estavam receosos ao conceder empréstimos, o mercado imobiliário agora é caracterizado pela esperança de quem quer dar entrada em sua casa própria.

Após uma grande queda, os preços dos imóveis tendem a se estabilizar por um tempo antes da retomada total da economia, quando voltarão a subir novamente.

Além disso, as imobiliárias que já possuem estoques prontos e precisam de dinheiro devem procurar efetivar vendas o quanto antes e de qualquer maneira, mesmo que por valores abaixo do mercado.

Portanto, a tendência é que tanto o corretor quanto o consumidor se deparem com uma grande oferta de imóveis — tanto novos como usados — com preços atrativos.

Inflação

A inflação, que fechou 2016 em 6,29%, deverá perder sua força neste ano. Essa é uma consequência direta da própria recessão em que o país entrou, na qual a população reduziu o seu consumo.

Com a queda da inflação e economia mais aquecida, é possível prever créditos imobiliários mais baratos, o que possibilita a volta do crescimento do mercado imobiliário. Por isso, é importante que o corretor se mantenha atualizado sobre as novas oportunidades nessa área.

No geral, é possível concluir que, com a retomada (ainda que lenta) do crescimento econômico, os dias de recessão ficarão no passado e grandes melhoras aguardam o mercado imobiliário em 2017.

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